Olá pessoal.
Hoje vim aqui falar sobre algo que atormenta muitas pessoas(incluindo eu, sou gente também) que é algo que na língua popular chamamos de dor-de-cotovelo. Isso pra mim é um nome engraçado porque eu não faço menor noção do porque se chama assim, e não estou afim de pesquisar no google. Porém podemos afirmar que todos nós um dia sentimos na pele(quase que literalmente) o que é isso.
Então, partindo de experiência recente que tive vou aproveitar e tentar dar uma dica pra você, caro leitor, que talvez esteja passando por isso. Ah, e eu gostaria de dizer pra você que não sou nenhum Dr. Relacionamento! Estou longe disso, mas o pouco que posso fazer é escrever sobre o que eu vivenciei.
Vamos lá.
No final do ano passado(2010) eu me envolvi com uma moça muito bonita, charmosa, da minha faculdade. É aquele tipo de moça que você simplesmente não acredita que reparou em você. O que aconteceu foi que ela começou a conversar comigo depois de 4 meses de início de curso(faço Direito) e ela sempre deixou clara as intenções dela. Como assim, “deixou clara as intenções dela”?
É o seguinte:
Ela sempre disse que queria ficar com alguém, mas sem se apegar.
Ela deixou claro que, naquela época, eu poderia ser esse alguém (fato o qual eu gostei muito de saber – afinal, ela era “aquela pessoa que nunca me daria bola”).
Então o que aconteceu: eu me deixei levar.
Foi tudo tão natural, que parecia fácil. Curtimos boa parte das férias juntos, eu ficava horas e horas com ela e era tudo incrivelmente divertido.
Como de costume, eu me apaixonei.
Aparentemente ela gostava muito de mim também, e fomos prosseguindo com nosso (pseudo?)relacionamento.
Acontece que eu, romântico incurável, carente extremo, comecei a apertar as rédeas com essa moça.
E como todo sabonete que quando é apertado escorrega, ela acabou escapolindo. Aí foi tudo pro beleléu. Os termos do contrato eram “não se apegarás” e eu quebrei essa regra.
Mas essa não foi a pior parte.
O pior veio depois que ela optou por acabar tudo. Me afoguei em uma tristeza sem fim e eu era obrigado a dormir em cima do meu travesseiro encharcado de lágrimas. Triste, né? Nem eu tava acreditando que estava naquela situação.
Pra piorar eu fiz uma cagada clássica – falei pra ela que queria voltar.
Joguei todo o meu orgulho no lixo sem saber, porque tava seguindo o meu desorientado coração.
Resultado: fracasso.
Vou falar a verdade pra vocês.
Pouco importa como a pessoa é – se um relacionamento acabou, acredite, a longo prazo é muito melhor você não olhar pra trás.
A curto prazo, as pessoas que ainda amam aquelas que as deixaram desejam sim que o relacionamento retorne ao o que era, mas no fundo, não importa o que aconteça, ambos sabem que o relacionamento nunca mais será o mesmo – quando um relacionamento termina, o que as pessoas sentem falta é daquilo que não existe mais. Não importa o que você faça; aqueles sentimentos, aquela situação ou aquele relacionamento foi embora. Não vai voltar nunca, por mais recente que seja o fato!
Quando você perceber isso, você vai fazer o que? Tomar 1 pote de sorvete sozinho? Devorar barras de chocolate? Ligar para a/o ex na hora do desespero?
Não.
Você vai mudar os personagens da história. Por que? Porque aquela pessoa que um dia você fez como sua atriz/ator principal, não serve mais. Então agora é a hora de achar um novo protagonista para o seu romance.
É o único, mais sofrido e mais recompensador remédio.
E quando você perceber, estará apaixonado(a) novamente.


Gostei da historia pois passoo por algo semelhante. Pior que eu insisto na cagada classica e vivo pedindo pra voltar, idiota que sou.